O promoter David Brazil lamentou a perda do artista.
O promoter David Brazil noticiou nesta terça-feira (10) em seu twitter a morte e Marco Aurélio Silva da Rocha, o dançarino Lacraia, que ficou famoso pela divertida coreografia do funk da "Eguinha Pocotó", ao lado do Mc Serginho, com quem já não trabalhava mais ultimamente:
“Ô meu pai celestial, acabei de receber uma noticia tão triste, a animadíssima LACRAIA faleceu hoje às 5 da manhã. QUE DEUS A TENHA!”, disse David.
Ele estava internado no Hospital Universitário Gafree Guinle, na Tijuca, se tratando de uma doença crônica.
Ele estava internado no Hospital Universitário Gafree Guinle, na Tijuca, se tratando de uma doença crônica.
Ainda não foi revelada a causa da morte. Sabe-se apenas que ele estava internado no Hospital Universitário Gafree Guinle, na Tijuca, no Rio, tratando uma doença crônica. Porém, o promoter relatou em sua página pessoal que o artista estava internado no Rio de Janeiro, onde morava, e que chegou a visitá-lo na última sexta-feira (6). Ainda segundo David, que foi contactado por telefone pelo site, mas disse que não poderia falar naquele momento, foi a irmã de Lacraia quem ligou na manhã de hoje para contar sobre a morte:
“Amados, não sei a causa, ela estava dodói, cheguei a visitá-la na sexta feira, hoje cedo sua irmã me ligou dando a triste noticia.”
Lacraia, cujo nome verdadeiro é Marco Aurélio Silva da Rocha, era natural de Birigui, interior de São Paulo, e teve grande sucesso como funkeira, após o lançamento da música Égua Pocotó, onde era dançarino do MC Serginho, que fez muito sucesso no ano de 2003.
Chegou ao ápice da carreira, após ganhar uma homenagem do próprio Serginho com a música intitulada “Vai, Lacraia”, que também fez muito sucesso. Em 2009, deixou a dupla com MC Serginho.
Para seu lugar, MC Serginho contratou Gazela, que se tornou sua dançarina, após a saída de Lacraia. Desde então, Lacraia ficou um pouco sumida na mídia.
O post de David Brazil dando a notícia no Twitter:
Ela era casada com Paulinho Coelho, guitarrista de Roberto.
Foto exclusivo
Morreu na madrugada deste sábado (16), às 3 da madrugada, Ana Paula Rossi Braga, filha de Roberto Carlos. Ela tinha 47 anos e foi vítima de uma parada cardíaca.
Ana Paula era filha do casamento de Nice Braga, primeira mulher de Roberto, mas sempre foi considerada como uma filha pelo Rei. Ana Paula não apresentava qualquer problema de saúde. O Rei estava em São Paulo quando soube da notícia e foi imediatamente ao apartamento dela, no bairro de Moema, na Zona Sul de São Paulo.
De acordo com informações de familiares de Ana Paula ao Jornal Hoje, da Globo, ela passou mal durante a noite e o marido, Paulinho Coelho, chamou socorro, mas ela não resistiu e morreu antes de ser atendida. O jornalístico informou ainda que dois médicos de confiança da família foram chamados ao apartamento, mas também não chegaram a tempo.
Em 17 de abril 2010, também às vésperas de seu aniversário, Roberto Carlos viveu a perda de sua mãe, Lady Laura, aos 96 anos.
Roberto completa 70 anos na terça-feira, 19 de abril, e faria um show no Ginásio Álvares Cabral, em Vitoria, Espírito Santo, sua terra natal.
No site oficial do Rei foi postado um comunicado sobre o cancelamento do show que Roberto Carlos faria no dia do seu aniversário, 19 de abril, no Ginásio Alvares Cabral em Vitoria, Espírito Santo:
Foto do site G1 - O portal de notícias da Globo
"Devido ao falecimento esta madrugada em Sao Paulo de Ana Paula Braga, filha do artista Roberto Carlos, foi suspenso o show marcado para o próximo dia 19 no Ginásio Alvares Cabral em Vitoria, Espírito Santo. Dody Sirena, empresário do artista, anunciará a nova data nos próximos dias.
Atirador se suicidou após matar pelo menos 12 crianças. 13 ainda estão internadas após ataque na manhã desta quinta-feira.
Wellington Menezes de Oliveira, homem que atirou
contra escola municipal Tasso da Silveira,
em Realengo.
O ataque
Wellington, de 23 anos, entrou em
uma escola municipal nesta manhã, atirou contra alunos em salas de aula
lotadas, foi atingido por um policial e se suicidou. O crime foi por
volta das 8h30.
Segundo autoridades, Wellington é ex-aluno, como era conhecido na
escola, e entrou sob alegação de que iria fazer uma palestra. Seu corpo
foi retirado por volta das 12h20, segundo os bombeiros. De acordo com a
polícia, Wellington não tinha antecedentes criminais.
A polícia diz que ele portava dois revólveres calibre 38 e
equipamento para recarregar rapidamente a arma. Esse tipo de revólver
tem capacidade para 6 balas.
Segundo testemunhas, Wellington baleou duas pessoas ainda do lado
de fora da escola e entrou no colégio dizendo que faria uma palestra.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, ele falou com uma
professora e seguiu para uma sala de aula. O barulho dos tiros atraiu
muitas pessoas para perto da escola O sargento Márcio Alves, da Polícia Militar, fazia uma blitz perto da
escola e diz foi chamado por um aluno baleado. "Seguimos para a escola.
Eu cheguei, já estavam ocorrendo os tiros, e, no segundo andar, eu
encontrei o meliante saindo de uma sala. Ele apontou a arma em minha
direção, foi baleado, caiu na escada e, em seguida, cometeu suicídio",
disse o policial. (DECLARAÇÃO DO SARGENTO NO LOCAL DA TRAGÉDIA)
A escola foi isolada, e os feridos foram levados para hospitais. Os
casos mais graves foram levados para o hospital estadual Albert
Schweitzer, que fica no mesmo bairro o colégio.
Sobrevivente conta como foi:Uma das alunas
lembra os momentos de terror na unidade. A menina de 12 anos disse que
viu o atirador entrar na escola. Ela estava dentro da sala de aula
quando ele abriu fogo contra os alunos.
“Ele começou a atirar. Eu me agachei e, quando vi, minha amiga
estava atingida. Ele matou minha amiga dentro da minha sala”, conta
ela, que afirma que estava no pátio na hora em que o atirador entrou na
escola.
“Ele estava bem vestido. Subiu para o segundo andar e eu ouvi dois
tiros. Depois, todos os alunos subiram para suas salas. Depois ele
subiu para o terceiro andar, onde é a minha sala, entrou e começou a
atirar”, completou.
TRAGÉDIA NO RIO
Leia a íntegra da carta do atirador que invadiu escola!
Na carta encontrada com o atirador que abriu fogo dentro da Escola
Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, na
manhã desta quinta-feira (7), Wellington Menezes de Oliveira fala de
questões religiosas e dá indícios de que o ataque foi premeditado, além
de pedir perdão pelo crime. Segundo o hospital para onde foram levadas vítimas, 11 crianças morreram e 13 estão feridas, sendo 4 em estado grave.
Leia a íntegra da carta:
Carta - parte 1
“Primeiramente deverão saber que os impuros não poderão me tocar sem
luvas, somente os castos ou os que perderam suas castidades após o
casamento e não se envolveram em adultério poderão me tocar sem usar
luvas, ou seja, nenhum fornicador ou adúltero poderá ter um contato
direto comigo, nem nada que seja impuro poderá tocar em meu sangue,
nenhum impuro pode ter contato direto com um virgem sem sua permissão,
os que cuidarem de meu sepultamento deverão retirar toda a minha
vestimenta, me banhar, me secar e me envolver totalmente despido em um
lençol branco que está neste prédio, em uma bolsa que deixei na
primeira sala do primeiro andar, após me envolverem neste lençol
poderão me colocar em meu caixão. Se possível, quero ser sepultado ao
lado da sepultura onde minha mãe dorme. Minha mãe se chama Dicéa
Menezes de Oliveira e está sepultada no cemitério Murundu. Preciso de
visita de um fiel seguidor de Deus em minha sepultura pelo menos uma
vez, preciso que ele ore diante de minha sepultura pedindo o perdão de
Deus pelo o que eu fiz rogando para que na sua vinda Jesus me desperte
do sono da morte para a vida eterna.
Carta - parte 2
Eu deixei uma casa em Sepetiba da qual nenhum familiar precisa,
existem instituições pobres, financiadas por pessoas generosas que
cuidam de animais abandonados, eu quero que esse espaço onde eu passei
meus últimos meses seja doado a uma dessas instituições, pois os
animais são seres muito desprezados e precisam muito mais de proteção e
carinho do que os seres humanos que possuem a vantagem de poder se
comunicar, trabalhar para se alimentarem, por isso, os que se
apropriarem de minha casa, eu peço por favor que tenham bom senso e
cumpram o meu pedido, por cumprindo o meu pedido, automaticamente
estarão cumprindo a vontade dos pais que desejavam passar esse imóvel
para meu nome e todos sabem disso, senão cumprirem meu pedido,
automaticamente estarão desrespeitando a vontade dos pais, o que prova
que vocês não tem nenhuma consideração pelos nossos pais que já dormem,
eu acredito que todos vocês tenham alguma consideração pelos nossos
pais, provem isso fazendo o que eu pedi."